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O NÍVEL DA POLÍTICA BRASILEIRA

E-mail: fran@itaquera.com.br

Ultimamente tenho acompanhado o horário eleitoral gratuito, e confesso que anda muito mais interessante do que muitos “picadeiros de circo” que já visitei por ai.
A política Brasileira que nunca foi levada a sério, chegou no ápice do ridículo, digo a política porque alguns candidatos não merecem ao menos serem chamados de ridículos, afinal a palavra em nosso dicionário é definida por “insignificante, aquele que tem pouco valor”, mas o povo brasileiro que adora reclamar de tudo inclusive da política brasileira , tem dado VALOR demais aos chamados “candidatos escadinhas”. Digo “escadinhas” pois os partidos aceitam sua filiação na esperança dos “engraçadinhos e belos” puxarem um determinado número de votos para que o partido consiga atingir o coeficiente e eleger o mais votado.
E ai é que está o grande perigo, outro dia estava falando sobre política com um amigo e ele me disse:  vou votar no “fulano de tal” ele é o melhor, o cara é muito engraçado, parece que ele ainda está em um programa humorístico, não tem outro para votar. Um sentimento de indignação e revolta me tomou conta, afinal, na mão de quem estaremos entregando nosso país, andei calculando a quantidade de aventureiros, comediantes, jogadores de futebol, cantores, atores, drogados, frutas e palhaços, agressores e caras de pau que estão concorrendo a cargos importantes na política brasileira, dessa vez não foi um sentimento de indignação e revolta que bateu no meu peito, foi um sentimento de desespero, medo, cheguei a ter calafrios pois me veio uma pergunta que não quer calar.
- Na mão de quem estaremos entregando nosso país no dia 03 de outubro?
Fico imaginando se todos esses senhores e senhoras que estão concorrendo a cargos importantes forem eleitos, qual será o nível intelectual e as propostas apresentadas no momento da votação do “fator previdenciário, habitação, saúde, direitos humanos, a questão ambiental, e etc. Então novamente me vem a cabeça uma outra pergunta:
- De quem é a culpa por termos de agüentar tais pessoas zombando e brincando no horário eleitoral?
Cheguei a conclusão que o menos culpado é o próprio candidato, a primeira parcela de culpa destino ao presidente dos partidos que aceitam a filiação de tais pessoas, digo filiação pois  ninguém é candidato antes de se filiar a um partido, então penso como um presidente de um partido sério aceita filiar determinada pessoa e não contente apenas com a filiação o lança candidato a cargos tão importantes.
Pois bem na primeira parcela de culpa não podemos interferir, porém na segunda parcela de culpa que é destinada a quem vota nessas pessoas é que temos como “soltar o nosso grito de protesto”, não vamos aceitar que brinquem com o futuro de nossos filhos, que façam piadas com um país que bem ou mal começa a se estruturar e ter os olhos do mundo voltados para si.
Quando dizemos: político é tudo igual, e não vai mudar nada, já cometemos mais um erro, se somos nós as pessoas responsáveis pelo voto, pela escolha, pelo direito de aceitar “A”, “B” ou “C”, me pego a pensar e mudar minha opinião, e chego a conclusão que a maior parcela de culpa é nossa, quatro anos ou oito anos no caso dos senadores é muito tempo para ficar procurando culpados e reclamando, quando a grande culpa é destinada a quem não sabe escolher.
Que Deus nos proteja no dia 03 de outubro e que possamos ter no mínimo bom senso no momento de escolher nossos representantes, afinal o país não está na mão de quem o governa e sim de quem escolhe os governantes.

Fran - fran@itaquera.com.br
Idealizador do Site: www.itaquera.com.br e Presidente da AEC Kauê www.aeckaue.com.br


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